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Burnout: como evitar a síndrome na empresa?

Muitas pessoas se sentem exaustas no trabalho, o que pode ser normal até certo ponto. É natural se cansar depois de um dia muito corrido e cheio de demandas. Nem todo mundo consegue chegar em casa e descansar totalmente após um longo dia, pois algumas outras responsabilidades estão à espera, como os estudos ou a família, por exemplo.

Isso não é sobre relativizar o cansaço, no entanto, é algo que faz parte da vida de muitos profissionais. Como dissemos, se sentir cansado é normal, porque ninguém é de ferro, mas ainda assim, independentemente de qualquer coisa, o corpo e a mente precisam descansar.

Entretanto, sempre há os extremos e é neles que precisamos prestar atenção. Muito tem se falado sobre um problema que tem acometido milhares de brasileiros, que é a Síndrome de Burnout ou Síndrome de Esgotamento Profissional. De acordo com o Ministério da Saúde, essa síndrome pode ser definida como “um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade”.

O distúrbio também pode acontecer quando o profissional é incumbido ou planeja fazer algo considerado muito difícil, só que algo o leva a crer que ele não é capaz de realizar a atividade.

Esse tipo de esgotamento é um dos extremos, pelo qual, as empresas e profissionais devem se preocupar. O excesso de trabalho pode prejudicar a saúde emocional de qualquer pessoa, independente do nível hierárquico ou função exercida. E nos piores casos, a síndrome pode levar a quadros de ansiedade e depressão.

Os principais sintomas da Síndrome de Burnout 

Entres os principais sintomas da Síndrome de Burnout, estão:

  • Cansaço físico e mental de forma excessiva
  • Insônia
  • Dores de cabeça
  • Dores musculares
  • Fadiga
  • Sentimentos de fracasso
  • Insegurança
  • Dificuldades para se concentrar
  • Alterações no humor
  • Sentimento de incapacidade
  • Isolamento

Normalmente esses sintomas aumentam de forma gradativa e outros sinais também podem aparecer. Sendo assim, é de extrema importância que o profissional busque ajuda médica para ter um diagnóstico e iniciar um tratamento psicológico.

Como as empresas podem evitar que os colaboradores sofram com a Síndrome de Burnout?

Como o acúmulo de tarefas e cobranças excessivas são responsáveis pelo esgotamento profissional dos colaboradores, é dever da empresa mudar esse quadro para que o as pessoas estejam saudáveis e se sintam confortáveis no ambiente de trabalho.

Cabe, então, às companhias adotarem políticas e comportamentos que visem o bem-estar e qualidade de vida dos funcionários, de forma que, combatam o assédio moral ou qualquer outra forma de discriminação, uma vez que, esses dois fatores contribuem efetivamente com o desenvolvimento da síndrome.

Além disso, existem outras iniciativas importantes que as empresas devem ter, como:

  • Cumprir normas da medicina e segurança do trabalho
  • Não exigir metas abusivas
  • Incentivar o bom relacionamento entre os colaboradores
  • Oferecer benefícios que visem o bem-estar
  • Incentivar ou até mesmo oferecer acompanhamento psicológico

Embora, tudo isso pareça muito óbvio, infelizmente, profissionais estão desenvolvendo distúrbios emocionais, como a Síndrome de Burnout, por conta de empresas ou gestores que são abusivos no relacionamento profissional.

Por isso é necessário que haja um movimento urgente no mercado de trabalho para diminuir esses casos.

Como os jovens têm lidado com essas questões no trabalho?

Assuntos como esses estão vindo à tona porque existe um grupo de pessoas que estão se preocupando cada vez mais com esses temas: a geração Z. Os jovens que nasceram entre os anos 90 e início de 2010, são mais preocupados com esse tipo de questão.

Obviamente, não algo exclusivo entre os jovens e não quer dizer que eles são os que mais sofrem com o distúrbio, mas é importante salientar que este grupo é responsável por trazer questões como essa para o centro do debate.

A Síndrome de Burnout sempre existiu e, certamente, muitos profissionais sofreram com esse distúrbio no passado e pouco se foi falado a respeito. Isso se deve ao fato de que o comportamento entre gerações muda, consequentemente, a forma como os profissionais lidam com esse tipo de situação também.

Mas independentemente de quem sofre com o esgotamento profissional, as empresas precisam estar atentas, precisam combater qualquer tipo de situação que possa levar os profissionais a problemas emocionais, devem preservar todos que fazem parte do quadro de funcionários, desde os estagiários à diretores, cuidando daqueles que ela possui de mais valioso na corporação: os próprios colaboradores.

 

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