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Linguagem corporal: como ler os sinais dos candidatos durante a entrevista

O corpo fala, não é mesmo? E quando alguém diz isso, essa pessoa tem total razão. A linguagem corporal diz muito sobre o que estamos sentindo no momento ou sobre quem somos e por isso é algo tão avaliado nos processos seletivos.

Sendo assim, é importante ficar atento nos sinais demonstrados pelos candidatos, porém, nem tudo deve ser levado ao pé da letra, ou seja, fazer essa leitura corporal é uma tarefa nada fácil.

Mas, continue a leitura, pois vamos te dar algumas dicas.

No que devo reparar?

O contato visual é uma das primeiras coisas a serem analisadas.

Observe se candidato costuma fazer contato visual ou se ele desvia o olhar. Isso pode demonstrar segurança ou, no caso, a falta dela. Para não ser confundido com excesso de nervosismo deve-se observar se isso vai diminuir ao longo da entrevista.

Insegurança é algo natural do ser humano, especialmente, quando estamos diante de algo novo, no entanto, em excesso pode ser muito prejudicial. Pessoas que tendem a não fazer contato visual durante uma conversa demonstram ser muito inseguras ou até mesmo muito tímidas.

Em qualquer situação, não fazer contato visual é algo muito desconfortável, além de parecer que a pessoa não está tão interessada no assunto ou pior: que está mentindo.

A maneira como se porta quando fala com alguém também entrega…

Outra coisa que também deve ser analisada é como a pessoa se comunica: se é simpática, educada, ou mais ríspida na maneira que fala. O tom de voz adotado também mostra se ela conseguiu entender o ambiente e se adaptar a ele.

Postura e expressões

A postura dela ao cumprimentar, ao falar, se costuma gesticular, como se senta, como se dirige ao seu receptor, até mesmo suas expressões faciais dizem sobre ela ou sobre o momento em específico.

Não analise sinais isolados

Não é fácil fazer uma leitura corporal, portanto, o candidato não deve ser lido de maneira isolada e o contexto deve ser levado em consideração. Sendo assim, pegar apenas uma ação não pode ser um fator determinante.

Por exemplo, o candidato pode ter ficado durante a entrevista com os braços cruzados, sem gesticular muito. No entanto, ele não tinha onde apoiar os braços ou então a sala estava muita fria e ele cruzou os braços para se proteger de alguma forma.

Ou seja, cruzar os braços neste momento não foi algo comportamental e sim um instinto para ficar mais confortável no ambiente.

Buscar a coerência entre o que ele fala e o que o candidato mostra é muito importante. Fazer essa leitura no candidato não é uma tarefa fácil para o recrutador, pois, são muitos detalhes para prestar atenção. Contudo, observa-los para fazer uma boa análise pode ser um auxílio para encontrar o perfil que a empresa busca.

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