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Tudo o que você precisa saber sobre a contratação de estagiários na pandemia

Após suspenderem programas de estágio e trainee por conta da pandemia, aos poucos as empresas começam a retomar a contratação de jovens talentos — essenciais para oxigenar a operação e trazer inovação.

Para conversar sobre esse tema em nossa #12 live e mostrar o que algumas das maiores companhias do país têm feito neste sentido, convidamos três especialistas que atuam na linha de frente da Companhia de Estágios: Ana Krentzenstein, gerente de customer success, Rafael Pinheiro, gerente comercial, e a recrutadora Valéria Resende.

“Em um primeiro momento, muitas companhias tomaram a decisão de reduzir seus quadros por conta da incerteza. Agora, depois de se organizarem e de se reinventarem, elas começam a reavaliar os planos de contratação e a retomada dos programas”, diz Rafael, gerente comercial.

De acordo com ele, o momento é oportuno para desenvolver pipeline de talentos. “Não vamos ficar nesta crise para sempre, e os estagiários são os profissionais que vão tocar a operação no futuro com atitude empreendedora, inovação e criatividade.”

Leia nosso artigo: estagiários e aprendizes podem voltar ao trabalho?

Durante a conversa, o time da Companhia de Estágios falou também sobre a adaptação dos processos seletivos durante o período de isolamento social. “Nós já fazíamos processos 100% online para empresas grandes, mas a crise sanitária rompeu todas as barreiras. Gestores que faziam questão de entrevistar pessoalmente, por exemplo, tiveram de se adaptar rapidamente ao novo cenário. E nós estávamos prontos para isso.”

Questionada sobre qual é a melhor plataforma para fazer recrutamento online, Valéria disse que depende muito do que a empresa busca. “Usamos Zoom, Teams, Google Meet”, diz ela, reforçando que apesar de os recrutadores estarem mais flexíveis com barulhos e interrupções, o candidato não deve abusar. “Já entrevistei estudante que apareceu na tela sem camisa. Isso não pode acontecer, mesmo durante uma pandemia.”

Gestão de contratos e questões legais 

Apesar de a crise do coronavírus ter dificultado o gerenciamento dos estagiários, do ponto de vista legal não há impedimentos para colocá-los em regime de home office. “Hoje, existem diversos mecanismos para acompanhar esses profissionais, mesmo de longe”, afirma Rafael, para quem a assinatura de contratos também não é empecilho.

“Assim como as empresas, as universidades se adaptaram. Na Companhia de Estágios nós temos um serviço de gestão de contratos que faz intermediação com as faculdades. Antigamente, algumas instituições levavam de 20 a 30 dias para assinar o contrato de um estagiário. Com a nossa tecnologia, isso leva cerca de 3 dias úteis, muitas vezes sem o estudante precisar sair de casa.”

Durante a live, com mediação do gerente de marketing Fabrício Treviso, nosso time ainda tirou dúvidas do público e deu diversas dicas sobre questões legais para empresas que contratam estagiários e aprendizes.

Veja outras lives da Companhia de Estágios
Ricardo Colazzo, diretor comercial da Ricoh Brasil 
Ewerton Fulini, vice-presidente do Instituto Ayrton Senna
Ricardo Mueller, diretor global de transformação na Reckitt Benckiser
Eduardo Marques, diretor de RH do Grupo Fleury
Sergio Fajerman, diretor executivo de RH do Itaú Unibanco

 

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